David sempre acreditou que objetos guardam histórias. Por isso, quando encontra uma câmera Polaroid antiga em um brechó esquecido da cidade, não imagina que está levando para casa algo que ainda está escrevendo a sua própria narrativa.
Após o desaparecimento de Gabriela, sua melhor amiga, a rotina de culpa e silêncio é quebrada por um acontecimento impossível: a câmera passa a revelar fotos sozinha. Imagens de um lugar que David não reconhece, um espaço claustrofóbico, sujo, feito para aprisionar alguém. Cada fotografia parece menos um registro e mais um aviso.

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